segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Britpop war




Adoro bandas dos anos 90, principalmente as britânicas. Mas se tem uma coisa que eu acho ridículo é que ATÉ HOJE existem fãs de Oasis que tem frescura contra o Blur e vice-versa.
Ainda acreditar em uma disputa criada pela mídia nos anos 90 quando o próprio Noel Gallagher disse que a briga com o Blur era estúpida, é ridículo.
Não curtir a banda é uma coisa, agora não gostar por causa de uma criancice dessas te torna tão criança quanto essa briga estupida e velha.
Eu como uma boa fã de Oasis (leia-se Mad Fer It) acho que as pessoas deveriam calar a boca e ouvir as bandas boas do Brit Pop como Oasis, Blur, Suede, Pulp, Elastica e etc.
E viva a Inglaterra!

a idiotice dos pop's, vips e etc


Qualquer pessoa que escolhe trocar a sua privacidade por uma popularidade, falsas amizades, uma vida ridiculamente fútil e cheia de gente vazia e sem conteúdo nenhum, deve no mínimo ser chamado de idiota.
E o pior é que tem gente que faz isso com tanto gosto que chega a ser algo tragicômico. Vivam suas vidinhas medíocres com gente mais medíocre ainda bem longe de mim porque de gente babaca o mundo já está bem cheio.

Elvis?


Podem me crucificar por isso, mas eu prefiro o Elvis Costello ao Elvis Presley. Reconheço a infinita importância do Presley para a história do Rock, mas quando ouvi Elvis Presley pela primeira vez foi... normal.
Gosto mais do Elvis Costello porque nunca imaginei que aquele homem com jeito de "nerd" teria uma voz tão potente e músicas tão boas. Adoro boas surpresas, e como o Elvis Costello foi uma ótima surpresa, não me admira que eu tenha uma preferência por ele. E antes que me digam algo a respeito, Costello não é só a música "She". Acho que os álbuns My Aim Is True e o This Year's Model são melhores que essa música.

Papo Cinéfilo


Depois de tanto a minha mãe me chamar de neurótica, começo a perceber que minha vida está parecendo muito um filme do Woody Allen, principalmente pelo fato de que eu falo demais (comigo mesma), reclamo demais e tenho paranoias demais, além da famosa, boa e velha má sorte. É só assistir "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (Annie Hall) para entender o que eu digo.
Mas acho que só começaria a me preocupar se minha vida parecesse um filme do Quentin Tarantino, se bem que se o filme fosse Pulp Fiction seria no mínimo engraçado (só não seria se você fosse o Marcellus Wallace).

Confusão


Tenho a incrível habilidade de ser subestimada e superestimada ao mesmo tempo. Subestimada por pessoas mais velhas, e superestimada por pessoas mais novas e/ou da minha idade. Seria pedir demais para não criarem expectativas precipitadas sobre as minhas ações?
Porque, afinal de contas, ninguém é o Sherlock Holmes para prever minhas ações de forma correta, quando nem eu mesma sei ao certo.

Insônia


Como diria Stephen Hawking "as pessoas mais silenciosas tem as mentes mais barulhentas", acho que isso explica a minha falta de sono. Quando preciso dormir, idéias, filosofias, projetos, tudo o que a mente possa criar me passa pela cabeça e consequentemente acaba indo embora assim que começo a dormir.Se ao menos eu me lembrasse dos sonhos...

"Pseudo-qualquer coisa"


Se tem uma coisa que e dói na alma são adjetivos com um "pseudo" na frente. Mas em alguns casos é só o que me resta usar.
Pois ainda não achei algo que descreva melhor certas atitudes como se fingir de sarcástica mas ser mais uma das babacas sentimentais de quem tanto fala mal. Não consigo me conter vendo outras pessoas esconderem o que são, mas acho que é porque eu já cansei de esconder o que eu sou, e ver pessoas com essas atitudes me deixam no mínimo claustrofóbica.
Então quem tem um pouco de sentimentalismo, não o esconda, porque em mim isso falta e eu não vejo vantagem nenhuma em esconder ou fingir ser algo que não sou. Já passei dessa fase.
Acho que espero demais de gente que não deveria, assim como esperam demais de mim.